sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Invictus


 

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado a lado
Agradeço aos deuses que existem por minha alma indomável
Sob as garras cruéis das circunstâncias eu não tremo e nem me desespero
Sob os duros golpes do acaso
Minha cabeça sangra, mas continua erguida
Mais além deste lugar de lágrimas e ira,
Jazem os horrores da sombra.
Mas a ameaça dos anos,
Me encontra e me encontrará, sem medo.
Não importa quão estreito o portão
Quão repleta de castigo a sentença,
Eu sou o senhor de meu destino
Eu sou o capitão de minha alma.
 
  Esse poema foi escrito em 1875 por Ernest Henley, poeta inglês, servindo de apoio e inspiração para Nelson Mandela (1918-2013) durante os 27 anos que passou nas prisões da África do Sul. 

4 comentários:

  1. É um ícone a ser sempre lembrado. Grande abraço.

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  2. Mandela partiu, mas seu grito de amor diante dos ghetos do mundo será eterno.
    Um abração.

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  3. Na vida há HOMENS

    incomensuráveis

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  4. Este eu vi. filme lindo. Tenho em DVD.
    Gostei tanto, que comprei até a trilha Sonora.
    Todas as vezes que vejo um filme estrelado por Morgan Freeman, fico achando que é Mandela.
    É não.

    beijo, Cirandeira.

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