sábado, 18 de setembro de 2010
Vladimir Batista/Amado Nabokov
Lolita, luz da minha vida. Labareda da minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo-li-ta
Lolita, luz da minha vida, labareda da minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta.
Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita.
Será que teve uma precursora? Sim, de fato teve. Na verdade, talvez jamais teria existido uma Lolita se, em certo verão, eu não houvesse amado uma menina primordial. Num principado à beira-mar. Quando foi isso? Cerca de tantos anos antes de Lolita haver nascido quantos eu tinha naquele verão. Ninguém melhor do que um assassino para exibir um estilo floreado.
Lolita, luz de mi vida, fuego de mis entrañas. Mi pecado, mi alma. Lo-li-ta: la punta de la lengua emprende un trayecto en tres etapas a través del paladar e impacta, en la tercera, contra los dientes. Lo. Li. Ta.
Era Lo, Lo a secas, de mañana, con su metro cincuenta y una sola media. Era Lola en pantalones. Era Dolly en la escuela. Era Dolores sobre la línea punteada. Pero en mis brazos, era siempre Lolita.
(Vladimir Nabokov, Lolita)
Juan Carlos Oviedo, Che esperanza poraité
Juan Carlos Oviedo -Nació en Itacurubí de la Cordillera el 4 de noviembre de 1947. De niño aprendió a cantar y a tocar la guitarra con Aniceto Coronel en Ypacarai. En 1957 debutó en radio Guaraní con el acompañamiento de la orquesta típica de los Hermanos Vázquez. En 1963 fué finalísta del Primer Festival Nacional del Folklore organizado por Radio Ñandutí, al año siguiente formó parte del trío Armonía; luego en 1966 de Los Zorzales Guaraníes con el que participó de giras por el Brasil, Bolivia y Perú. En 1968 formó el dúo de oro Oviedo-Barreto con el que se presentó hasta 1984. Posteriormente formó el grupo Juan Carlos Oviedo y los Hermanos Acuña. Grabó más de veinticinco discos de larga duración.
Fuente: Diccionario de la música en el Paraguay por Luis Szarán en http://www.luisszaran.org
Rita Lee ... On The Rocks ... Rock in Rio ... 1985
On The Rocks...
Rita Lee e Roberto De Carvalho
Passo o dia inteiro imaginando meu bem
Na cama, no chuveiro, no trampo, sempre tão blasé
É uma neurose,
Uma overdose,
Sou dependente do amor!
Meus amigos dizem que essa coisa vicia
Andaram até jurando que era anorexia
É uma neurose,
Uma overdose,
Sou dependente do amor!
Babe, meu coquetel de paixão
Com mel e limão
On the rocks, on the rocks, on the rocks...
Ferreira Gullar é Prêmio Camões 2010
Ferreira Gullar é Prêmio Camões 2010
O escritor brasileiro Ferreira Gullar é o vencedor do Prêmio Camões 2010.O júri revelou que o prêmio foi disputado entre o autor brasileiro e a portuguesa Hélia Correia. Ferreira Gullar ainda não foi informado da atribuição do prêmio uma vez que, até ao momento, não foi possível contatá-lo.
Nascido em 1930, no Maranhão, Ferreira Gullar é o pseudônimo de José Ribamar Ferreira. Em Portugal a sua obra está publicada pelas Quasi Edições.
O prêmio, anunciado há minutos pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, vem distinguir o poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, argumentista de teatro e televisão, memorialista e ensaísta brasileiro.
Vencedor por duas vezes do Prêmio Jabuti (1999 e 2007), Gullar foi ainda indicado ao Nobel em 2002.
O escritor octogenário recebe assim a mais alta distinção literária atribuída a um autor de língua portuguesa. Esta é já a vigésima segunda edição do prêmio que distingue toda a obra de um autor, com cem mil euros.
O júri desta edição foi presidido por Helena Buescu, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e composto por José Carlos Seabra Pereira, professor associado da Universidade de Coimbra, Inocência Mata, professora santomense de Literaturas Africanas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e professora convidada em várias universidades brasileiras e norte-americanas, Luís Carlos Patraquim, escritor e jornalista moçambicano, António Carlos Secchin, escritor e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ainda pela escritora brasileira Edla van Steen.
Com Gullar o número de escritores brasileiros galardoados passa a ser nove. O último escritor vencedor do Prêmio Camões foi o cabo-verdiano Armênio Vieira (2009). Nos anos anteriores foram distinguidos o brasileiro João Ubaldo Ribeiro (2008) e o português António Lobo Antunes (2007)
O Prêmio Camões foi criado por Portugal e pelo Brasil em 1989 e é o maior prêmio de prestígio da língua portuguesa. O objetivo é distinguir um escritor cuja obra contribua para o projeto e o reconhecimento da língua portuguesa.
Na primeira edição do prêmio (em 1989), o escritor distinguido foi o português Miguel Torga.
SOL
http://canais.sol.pt/paginainicial/cultura/interior.aspx?content_id=174394
Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Ferreira Gullar
De Na Vertigem do Dia (1975-1980)
Com orgulho,
Sílvia
Inimigos
Bento ou Benedito XVI
Tadinha da Elisabeth II
George W. Bush
O "companheiro" Ahmadinejad
Fernando Henrique Cardoso, o FHC
Lula, o pop presidente
Esse polêmico trabalho é de Gil Vicente, da série inimigos que está sendo exposto na Bienal de São Paulo. E a OAB-SP - francamente - intimou o presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Heitor Martins, para retirar esse trabalho da amostra. O pedido foi recusado.
Definições definitivas...
Quando os homens são puros, as leis são desnecessárias; quando são corruptos, as leis são inúteis.
Difícil esta...
Sabem quando é que os americanos comeram carne pela primeira vez?
Foi quando la chegou o cristovão co-lombo...
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Origami
Origami - arte na dobradura de papel.E apenas com uma nota de 1 US$ ( um dólar), mostra sua originalidadeem usar uma só peça de papel.A sua arte constitui o valor acrescentado.E faz coisas interessantes como estas...












A Natureza

A Natureza é um poema,
e nós, homens, com nossa arrogância,
temos que parar de pensar que
somos a parte mais importante dela
– somos apenas uma sílaba.
Gregory Colbert
A Cereja do Bolo
Hoje eu disse para mim mesmo: vou postar algo no Mínimo Ajuste, porque faz tempo que não faço isso. E, pois, aqui está, uma postagem, apenas uma postagem.
Poderia colocar uma música, uma foto, um texto, uma poesia. Pensei em Miguel Torga ou meu conterrâneo Mario Quintana, mas já postei algo deles por aqui e não quero me tornar -- algo assim como -- repetitivo.
Ou, quem sabe, poderia deixar essa postagem assim, sem conteúdo ou sem chantily.
Mas é sempre importante colocar uma cereja no bolo e, portanto, ai está.
Pronto, a postagem está pronta.
O Principio dos Labirintos (ou O Primeiro Texto)
.
Na linha das fronteiras também existe um eu, um tu; também se constroem segredos que se tomam o caminho de todas as estórias, das que se alimentam deuses e demónios, esses afilhados dos homens que querem dormir mas não sabem como sonhar. Na linha imaginária do eu que sou tu, ou vice-versa, aprende-se na escola primária das palmas da mão que não se deve resistir ao tempo, seja de partida ou de chegada; tanto faz que seja dia de santo ou dia de temporal, que na linha onde residem o eu e o tu, nascem, crescem e morrem os dias que passam por aqui e deambulam por aí, até se cansarem das preces de quem passa e não pára nem num lado, nem noutro, porque a linha das fronteiras não pertence a lado nenhum e aí repousam os dias de quem se esqueceu de viver, fosse apenas por esquecimento ou preguiça. “Aqui não há tempo, ‘ilho, aqui há miséria para homem degustar!...”, adverte-me por vezes o Salvo Conduto, o velho que parece ter a idade do tempo nos seus primeiros dias, “… a vida é latrina para morto cheirar e vasculhar; verdadeiro vivo não se preocupa com tempo para gastar; gasta tempo sem cuidar que já não tem crédito junto do Senhor Bendito seja lá em cima, que nós cá por baixo padecemos!”; creio já te abordou da mesma forma, com tanta ou mais certeza, mas o tempo faz turvar as formas mais breves da memória, para que se distenda pelas rodeiras da pele dos que sobrevivem sem faltas, tanto como resistem sem abundâncias: “Coisas, são brincadeiras para que homem não se esqueça que já foi menino, mas como sempre faz batota e quer mais que a profundeza dos seus bolsos; com paciência, na terra que não pertence a ninguém, tudo se transforma em abundância: o pouco é muito, o nada é quase tudo, o que não existe faz de nós, ‘ilho, pobres demais para conhecer a desgraça da miséria: essa é puta fina que se cola na camisa dos mestres-de-obras do Diabo, que esteja lá em baixo em paz, que por aqui tem muitos e bons trabalhadores por sua conta.” Divaga muito o Salvo Conduto, velho de outras idades, bússola sem Norte ou Sul, que nos orienta pelas linhas, tantas como os rios que riscam a terra, e tanto, tanto fala que pudesse o dia ter vinte e quatro horas e as suas advertências contar-se-iam como os minutos que se reúnem em final de jornada para o seu acerto de contas, junto do seu livro onde apenas se anotam os rascunhos na coluna do Haver, que os balanços, seja obra por quem tenha discernimento para equilibrar o que não faz sentido; os loucos que tratem da coluna do Deve, nesse livro de Contas e Habilidades. Tratem os Filósofos e os Geómetras, os Historiadores e os Génios da Medicina, esses Catedráticos das idiotices do mundo, desses oitenta trabalhos do demónio, oleiro de todo o mundo que passa nas margens das fronteiras e que nem se sabe onde começa, nem se suspeita que onde acabe, quanto mais se em lado algum!
Na linha das fronteiras, há sempre lugar para mais um, ainda que já existam um eu, um tu e uma aldeia em miniatura, onde se reúnem os mentirosos que já atravessaram sete mares sem terem molhado um pé que fosse, onde se reúnem os desgraçados que se deixaram perturbar pelo amor e essas coisas do tipo e etcetera, acreditando que para o puro todas as coisas seriam puras, onde as moradas iludem todos os carteiros do mundo, que acreditam no nome das ruas, como as crianças no pote de ouro no arco onde se esconde o arco-iris. Este lugar não tem nada demais, nem nada de menos; apenas alguns nadas, mal classificados e ordenados à pressa, que coisas mais prementes têm os homens em mente.
Neste lugar, e deixem que vos alerte para tal fortuna, se existem estradas, não se conseguem encontrar; mas existem buracos escondidos por muitas pedras, que com o tempo se perderam por aqui. Existem linhas por onde nos cremos orientados, ainda que sejam tão constantes como as mais profundas crenças do homem que se deixou abandonar, em silêncio, na farta terra do nada; há muito por construir onde nada existe, e como tal, só essa pode ser a Fronteira Prometida, o lugar onde o eu e o tu sempre se podem encontrar, sem que sejam necessários compromissos ou promessas de trocas eternas, o que é uma forma de evitar os litígios e a discórdia que trazem todos apertos selados pela mão do homem; “Se procurares bem, ainda há uma estrada que traz os muitos poucos até este sitio, mas como é estrada de e para sitio nenhuma, ‘ilho, esconde-se aos olhos de quem acredita que só pelos caminhos se conhece mundo e pelas margens das linhas das fronteiras, ele se divide. Deixa para os néscios que não sabem por onde haverão de fugir, as estradas do mundo; tarde ou cedo saberão se procuram o que não sabem onde encontrar ou se fogem de si próprios, onde nunca quiseram ficar, mas a cobardia não os permitiu ir mais longe. Tarde ou cedo, passam por aqui, mas raramente sabem que há sempre lugar para mais um, nessa linha imaginária que se destrói tanto mais quanto a queres delimitar. Deixa lá, um mundo feito em sete dias também não poderia sair grande coisa, não é?”
18 de Janeiro 2009
[aparte breve: este, para o bem e para o mal, foi o primeiro texto que editei num blog, no Na Linha das Fronteiras. A imagem é a reprodução dum trabalho de Erik Johansson]
As melhores fotos de astronomia do ano.
As melhores fotos de astronomia do ano O Observatório Real de Greenwich, em Londres, anunciou nesta semana os vencedores do concurso Astronomy Photographer of the Year 2010, que premiou as melhores imagens ligadas à astronomia
O grande vencedor do concurso foi o americano Tom Lowe, que recebeu o prêmio de mil libras (cerca de R$ 2.635) pela foto Blazing Bristlecone, que mostra a Via Láctea atrás de um pinheiro de mais de 4 mil anos em Sierra Nevada, na Califórnia.
"Essa linda imagem combina perfeitamente a impressionante vista do céu noturno com a vida aqui na Terra. Os pinheiros podem ser antigos, mas são bebês se comparados com as luzes das estrelas que brilham atrás deles, algumas das quais começaram sua viagem até nós há quase 30 mil anos", comenta um dos juizes do prêmio, o astrônomo Marek Kukula.
Outras duas dezenas de imagens receberam prêmios ou menções honrosas em seis categorias diferentes.
Entre os premiados estão um círculo perfeito formado por um eclipse solar, captado pelo indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de apenas 14 anos, uma imagem da nebulosa de Órion feita pelo americanor Rogelio Bernal Andreo e a passagem de raios solares em uma fenda numa rocha na praia californiana de Pfeiffer, retratada pelo americano Steve Christenson.
Este é o segundo ano que a competição, organizada pelo Observatório Real de Greenwich e pela revista Sky at Night, é realizada, Mais de 400 imagens, de fotógrafos de 25 países diferentes, foram enviadas.
As melhores imagens estão em exposição no Observatório Real de Greenwich, no sudeste de Londres, até fevereiro de 2011.
Aurora Boreal entre as Estrelas.
'Surrounded by Space', de Fredrik Broms, recebeu a menção honrosa na categoria Terra e Espaço. A imagem, feita em Kvaløya, no norte da Noruega, em outubro de 2009, mostra as luzes da Aurora Boreal entre as estrelas.

O grande vencedor do concurso foi o americano Tom Lowe, que recebeu o prêmio de mil libras (cerca de R$ 2.635) pela foto Blazing Bristlecone, que mostra a Via Láctea atrás de um pinheiro de mais de 4 mil anos em Sierra Nevada, na Califórnia.
"Essa linda imagem combina perfeitamente a impressionante vista do céu noturno com a vida aqui na Terra. Os pinheiros podem ser antigos, mas são bebês se comparados com as luzes das estrelas que brilham atrás deles, algumas das quais começaram sua viagem até nós há quase 30 mil anos", comenta um dos juizes do prêmio, o astrônomo Marek Kukula.
Outras duas dezenas de imagens receberam prêmios ou menções honrosas em seis categorias diferentes.
Entre os premiados estão um círculo perfeito formado por um eclipse solar, captado pelo indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de apenas 14 anos, uma imagem da nebulosa de Órion feita pelo americanor Rogelio Bernal Andreo e a passagem de raios solares em uma fenda numa rocha na praia californiana de Pfeiffer, retratada pelo americano Steve Christenson.
Este é o segundo ano que a competição, organizada pelo Observatório Real de Greenwich e pela revista Sky at Night, é realizada, Mais de 400 imagens, de fotógrafos de 25 países diferentes, foram enviadas.
As melhores imagens estão em exposição no Observatório Real de Greenwich, no sudeste de Londres, até fevereiro de 2011.
A Via Láctea através de um pinheiro
Esta foto do americano Tom Lowe, 'Blazing Bristlecone', mostra a Via Láctea atrás de um pinheiro antigo. Ela foi a vencedora do concurso Astronomy Photographer of the Year 2010, do Observatório Real de Greenwich, na Grã-Bretanha. As fotos do concurso estão em exposição no observatório, em Londres, até fevereiro de 2011.se põe na Praia
'Photon Worshippers', de Steve Christenson, mostra o sol se pondo na praia de Pfeiffer com seus raios passando bem no meio da fenda na rocha, fenômeno que acontece apenas algumas semanas por ano. A foto foi a vencedora da categoria Pessoas e Espaço.Eclipse total do sol
'Siberian Totality', do grego Anthony Ayiomamitis, foi tirada durante um eclipse total do sol. Os feixes de luz mostram a atividade solar além da superfície. A foto ganhou o primeiro prêmio na categoria Nosso Sistema Solar.
Galáxias se aproximam com força da gravidade
'The Whirlpool Galaxy (M51)', do britânico Ken Mackintosh, mostra a interação de duas galáxias, aproximadas pela força da gravidade. Com o tempo, a galáxia menor será destruída ou absorvida pela maior, num processo que pode levar milhões de anos. A foto foi a vencedora na categoria Melhor Iniciante.

O Sol se Põe na Praia Pfeiffer
'Photon Worshippers', de Steve Christenson, mostra o sol se pondo na praia de Pfeiffer com seus raios passando bem no meio da fenda na rocha, fenômeno que acontece apenas algumas semanas por ano. A foto foi a vencedora da categoria Pessoas e Estado.
Eclipse solar na Índia
Esta foto do indiano Dhruv Arvind Paranjpye, de apenas 14 anos, foi a vencedora na categoria Jovem Fotógrafo Astronômico. Ela mostra um eclipse solar na Índia em 2009. O círculo no meio da foto é a coroa solar, vista apenas durante um eclipse. O fotógrafo usou as nuvens escuras como filtro.
Aurora Boreal no norte do Canadá
Dave Brosha ficou com o segundo lugar na categoria Terra e Espaço com 'The Whsiper of the Wind', que mostra a Aurora Boreal em Kellowknife, no norte do Canadá, em abril de 2010. Os feixes de luz são visíveis quando partículas do Sol interagem com o campo magnético da Terra.
Aurora Boreal entre as Estrelas.
'Surrounded by Space', de Fredrik Broms, recebeu a menção honrosa na categoria Terra e Espaço. A imagem, feita em Kvaløya, no norte da Noruega, em outubro de 2009, mostra as luzes da Aurora Boreal entre as estrelas.

Lua Cheia nasce atrás do Templo de Poseidon
'Solstice Full Moon Rising at Sounion', de Anthony Ayiomamitis, também recebeu a menção honrosa na categoria Terra e Espaço. Ela mostra uma lua cheia nascendo atrás do Templo de Poseidon no sul da Grécia.
Grande Nebulosa de Órion
'The Sword and The Rose (Orion's Sword and M42)', de Marcus Davies, recebeu a menção honrosa na categoria Espaço Profundo. Ela mostra a região chamada Espada de Órion, que contém a Grande Nebulosa de Órion.
O gigante Planeta Júpiter
Tirada em La Palma, nas Ilhas Canárias, em julho do ano passado, 'Jupiter', de Nick Smith, ficou em segundo lugar na categoria Nosso Sistema Solar. A imagem capta o planeta Júpiter, numa imagem com definição que há 10 ou 15 anos só era possível com telescópios de observatórios no espaço.
Vênus no céu azul.
'Crescent Venus', de Lorenzo Comolli, recebeu menção honrosa na categoria Nosso Sistema Solar. Ela mostra Venus, planeta mais próximo da Terra e o objeto mais brilhante no nosso céu após o Sol e a Lua, contra um céu azul.
Crateras da Lua.
Nick Smith também recebeu a menção honrosa na categoria Nosso Sistema Solar com 'Sinus Iridum', esta imagem detalhada de uma seção da lua feita a partir de um telescópio montado num jardim em Oxford, na Grã-Bretanha.
O cometa Lulin passa pelo Sistema Solar
Richard Higby também recebeu menção honrosa na categoria Nosso Sistema Solar por 'The Green Visitor', mostrando a 1ª passagem do cometa Lulin pelo Sistema Sola

A beleza dos cristais de gelo nas nuvens
O segundo lugar na categoria Jovem Fotógrafo Astronômico ficou com 'Solar Halo', de Laurent V. Joli-Coeur, um canadense de 13 anos. Ele fez a imagem em um carro em movimento, ao ver um halo solar. Os halos solares são formados por cristais de gelos nas nuvens.
As cores de um incêndio florestal
'Primal Wonder', feita por Larry Andreasen, foi a terceira imagem a receber a menção honrosa na categoria Terra e Espaço. Ela mostra um incêndio florestal controlado no monte Adams, no Estado americano de Washington.
Com apreço.
Sílvia
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