sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bons ventos te tragam

Meus Queridos do Mínimo Ajuste: Sinto-me privilegiada. Estou trocando ‘figurinhas’ com um lindo ser, o Mestre Mário Feijó. Suas palavras saem suaves e leves. Num dia nos conhecemos, no outro já recebi um Poema lindo que ainda postarei. Mas fica aqui o primeiro que li e me encantou. Desejo partilhá-lo com vocês, que podem visitá-lo e passear pela sua Casa linda e encantadora. Obrigada Mestre Professor Mário Feijó pelo imenso prazer em compartilhar com um aprendiz tanta sabedoria.
Bons ventos te tragam
Na primeira vez que entraste em minha vida
Foi como se uma leve brisa soprasse
Causou-me arrepios e um frescor agradável
Eu ainda adolescente tremia...

Na segunda vez eu já sabia lidar com o amor
Era ingênuo mas mesmo assim foste um vento arrasador
Não sobrou pedra sobre pedra
E minha vida ficou de pernas para o ar, eu apenas dividido...
Na terceira vez eu nem percebi
Pois estava decidido a não mais amar
No entanto tomaste conta dos meus dias
Como se eles fossem todos de primavera...
Eu não mudei meu rumo
Não me assusto mais com o amor
Abri meus braços e dentro dele te abriguei
E simplesmente deixo o vento me levar, estou em paz...
Mário Feijó
Com amor e poesia,
Sílvia

...INDEPENDÊNCIA...




Já é quase véspera...de feriado...e vale lembrar...
O "Hino da Independência do Brasil"...
ele foi criado logo após o 7 de setembro...
A letra do hino é de Evaristo da Veiga e a música de D. Pedro I...

HINO DA INDEPENDÊNCIA

Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Definições definitivas...


A televisão é a maior maravilha da ciência ao serviço da imbecilidade humana.

Gays da Bahia Processam o Velho Gagá


Em tempos de Lady Gaga vivenciamos a volta do velho gagá que voltou a fazer discursos e blá, blá, blá, inclusive admitindo que promoveu perseguição a gays durante a revolução cubana.

E a ONG Grupo Gay da Bahia disse que irá entrar com uma representação contra ele no Tribunal Internacional de Justiça de Haia. A entidade acusa Fidel de crimes contra os homossexuais. A ONG diz que Fidel é responsável pela desmoralização, perseguição, prisão com trabalho forçado, tortura, expulsão e morte de milhares de gays, travestis e lésbicas, segundo a Folha de S.Paulo de hoje.

Escreva Aqui...O Que Essa Foto Te Fez Pensar Ou Sentir...

"Curriculum Vitae"

"Passos perdidos", de Perrine Lacroix


digamos que ganhaste a corrida

e que o prêmio

era outra corrida

que não bebeste o vinho da vitória

senão teu próprio sal

que jamais ouviste vitória

apenas latidos de cães

e que tua sombra

tua própria sombra

foi tua única

e desleal competidora



Blanca Varela, Peru (1926-2009)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SILVIA MACHETE - Toda Bêbada Canta


Silvia Machete...
sua música...
Toda Bêbada Canta...

Cheguei em casa
Toda descabelada
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Tomei cachaça
E fumei como
Maria fumaça
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Não teve a menor graça
Tudo isso eu sei que passa
Mas não passou...
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa

Recomeçar

R E C O M E Ç A R

Lancei ancoras neste porto remoto.

O velho barco aportado em tantos lugares

Reconhece o lar quando piso este chão.

Um chão que nunca pisei e me acolhe...

Meu destino guiou-me e troxe-me inglória

Ao desígnio que me foi postergado.

Aceito calada este primeiro passo temeroso

Minha vida afogou-se em outros mares

Permito-me hoje uma nova história.
Helena Frontini
http://helenaeabelezadostextos.blogspot.com/
"Não importa onde você parou…
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “Recomeçar”... Dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo.
Pois é… agora é hora de reiniciar… encontrar prazer nas coisas simples de novo.
E é hoje o dia da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho
de coisas tristes… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida... Lembre-se somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas “… Nós somos o “Amor”… "Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.” Carlos Drummond de Andrade.

Postado por Sílc em 8/06/2010
http://www.silviacostardi.com/
Já com uma nova história,
Sílvia

Estimado GED

Estimado GED, tivemos um pequeno acidente com o seu último post e lamentavelmente ele desapareceu. Cirandeira e eu tentamos salvá-lo a qualquer custo, praticamente fizemos respiração tecla a tecla. Eu, por minha vez, já havia até deixado um comentário. Não deu certo. Falta nos a prática ou a habilidade. Mas, enfim, vamos ao que interessa. Sabemos que você quase não tem tempo para postar e que a colocação do post outra vez  roubará preciosos minutos, então, se você preferir, pode nos enviar para o minimoajuste@gmail.com que nós o colocamos de volta. Mas envie ou publique. Don't give up.
Um abraço com um sincero pedido de desculpas.
Cirandeira e Bípede Falante

Copacabana Club - "Just Do It"



Esta "rapeize" é do Sul do Brasil. Viva o Brasil.

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Demolição


            Parecendo um livro desalinhado na estante, na noite alta, folheia os próprios capítulos. Enumera as páginas arrancando frases e palavras. Assim, poupa lágrimas. As lágrimas estão repletas de laços e de nomes triturados em pedaços, como aquele amassado e jogado na lixeira, nome composto e multiplicador de um corpo fantasiado de afeto e desprovido de sentido ainda que de intensos gestos, gestos de passagem e de pouco alcance, gestos de cama sem mesa e pouco sabor, quase doentes, e desesperados por um bilhete com a hora de partir.